SORTE DE NEGRO

PELEÔ, PELEÔ, IAIÁ, EU SAI NO VOAPÉ Era sorte. O negro apertava os olhos pra que nada lhe escapasse no quieto do mato, encafuado e arisco no quilombo. Era susto. Correria, boca seca, saudade e medo. Nunca mais volte, quem sabe? Era sorte. Sossego desconfiado, cai exausto na rede, e fica ‎assim, não sabe até […]

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