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UMA LUZ DEPOIS DO ESCURO

:mrgreen: DEPOIS DO ESCURO, CADA DIA EM OUTRA LUA
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Eu a vi branca, como a luz desta imagem, para que se plantasse,
sujeito num lugar, gente numa cultura.

Todas elas (as luas) tivessem lados, fossem claras e escuras,
para dias serem claros pessoais.

O ser assumisse, luas lho cruzassem, o lado escuro perseguisse dele,
amortizando, a humana loucura.

Ainda que alguns  sufocassem, por aí ser o ar rarefeito,  águia se seja,
o medo de ser gente segura, nessa altura, flua.

Tarde e manhã fosse ordem, ciclo, para que dias fossem gentes,
pelas histórias do acaso e  da ordem, caos.

Navegassem tempos, cada começo, como se não  morreriam esta tarde,
para fazerem algumas coisas.

Quiçá a soma de tudo, depois, escuro outro lado, a ponte, o abismo,
o recado a tempo da ideia, clareza.

Claros assuntos fossem conversa, retos corredores fossem olhos
e veras tribunas fossem falas, intenção.

 

 

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